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Poderes Executivo e Legislativo de Santa Brígida e a ALPA prestigiam, na Colônia, lançamento do livro com a história do pioneiro Apolinário

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Prefeito Gordo de Raimundo, Secretária de Cultura e Turismo, Marivônia Marques, Presidente da Câmara Clécio Santana, entre os presentes. Atualizada em 20/5/2019 às 10:00h. Publicada em 20/05/19 às 00:05h - 237 visualizações por Antônio Galdino. Fotos Lúcia Nascimento e Antônio Galdino

Na tarde do sábado, 18 de Maio de 2019, o lançamento do livro De Gameleira à Colônia, uma saga nordestina, de Marcos Antônio Lima, poeta e escritor imortal da ALPA, foi um marco na história do povoado Colônia que deu origem ao município de Santa Brígida, na Bahia. O livro conta a história do Sr. Apolinário Domingos Neto que completa 97 anos no dia 16 de Julho e ali chegou há 71 anos, em meados de 1948, depois de muitos quilômetros feitos a pé do Distrito de Mariana em Pernambuco, caminhando lado a lado de sua jovem esposa Idalina.



Magro, ereto, andando com alguma dificuldade apoiado por um cajado e pelo braço da filha, D. Aurora Domingos, elegante em um terno preto, de riscas, seu Apolinário chegou ao Club…

LANÇAMENTO DO LIVRO: DE GAMELEIRA À COLÔNIA, UMA SAGA NORDESTINA

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Dia 18 de maio, a partir das 14h30min, no Clube Social do Povoado Colônia, em Santa Brígida - BA.


DE GAMELEIRA À COLÔNIA, UMA SAGA NORDESTINA. COMPRE LOGO O SEU EXEMPLAR!

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19 ANOS DO CENTRO EDUCACIONAL ZENOR PEREIRA TEIXEIRA

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Na foto, ao lado do bolo de aniversário a digníssima Diretora Escolar: Maria José Oliveira dos Santos.

O Centro Educacional Zenor Pereira Teixeira completou Dezenove Anos de existência, e é destaque no romance regional: De Gameleira à Colônia, Uma saga nordestina que será Lançado no próximo dia 27 de abril, as 15h30m no Clube Social do Povoado Colônia, em Santa Brígida - BA.
Veja um trecho do romance regional...

O Centro Educacional Zenor Pereira Teixeira
O  sol do conhecimento surgia sobre um novo aspecto, uma nova luz pedagógica dirigido pelo magnânimo diretor do então “C. E. Z. P. T.”, Profº José Batista Lima, ou singelamente, Profº. Batista. Um cidadão oriundo do Batoque, e de excelente índole, não é tão grande quanto o conhecimento que possui, pelo contrário, é de estatura mediana, ombros largos, cabelos e olhos negros, e pele de cor morena canela. Enquanto o Sr. Macpot, um desses virtuosos homens das letras aguardava por uma entrevista com o Profº. Batista, enquanto isso se dirigi…

ABERTURA DO ANO ACADÊMICO DA ALPA

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08 de Março, Dia Internacional da Mulher.

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Poema: Marias. Contido no livro: Jardim de Árida Poesia. Autor: Marcos Antônio Lima.


“MARIAS”

Hã vida minha... Que respira no fôlego das letras Emminhas narinas de augure. Inalando a fragrância do amor exposto Em prateleiras de cristais, Dos amores prepostos, Na candura de Maria.
Hã candura minha... És impávida e efêmera. Condizente ao sereno amor vertente Nas cascatas azuis reluzentes, No fulgor dos olhos de Maria.
Hã Marias minhas... Hei de poder ouvir um pouco mais O seu cantarolar sussurrante A fertilizar a linha do pensamento Aflorando o sentimento de á vida poetizar.
Há vida minha... Hei de sentir por, mas tempo. O sibilar dos ventos, Nas folhas das árvores a farfalhar. Hei de vislumbrar nas alvoradas de brisa A beleza estonteante de Maria.
Há vida minha. Prometo que antes de partir, As minhas Marias sempre hei de amar. Deixando intocável o meu sorrir, Perfumando de carme o meu sonhar.
Elas, Marias permanecerão fúlvida Nos versos do onírico poeta. Quão densas, quanto angelicais.

Recital de Poesias e Lançamento de Livro da Academia de Letras de Paulo Afonso (ALPA).

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DE GAMELEIRA À COLÔNIA, UMA SAGA NORDESTINA.

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PREFÁCIO Por Professor José Batista Lima.
UM LIVRO E MUITAS HISTÓRIAS
Sentir-me honrado com o convite do escritor, poeta, cronista e membro correspondente da ALPA (Academia de Letras de Paulo Afonso) Marcos Antônio Lima, para apresentar sua obra: “De Gameleira a Colônia”, Uma saga nordestina. Um típico romance regional que nos guia pelas veredas da nossa própria história. História de nosso povo, de uma gente sertaneja que marcaram a seu tempo e a seu modo um período de vida singular e plural ao mesmo tempo, e que nos registros de seus exemplos e costumes deram ao povo uma luz que hoje ilumina Colônia, Bandeira e Santa Cruz. O homem traz em seu interior o poder dado pelo supremo; poderoso Deus, o dom da sabedoria e a essência de oportunizar o próximo, com conhecimento que talvez fora esquecido ou nunca visto pela sociedade contemporânea. Vivemos no momento de urgência, de ansiedade e de rapidez, que embora tenhamos construído um passado marcante não atentamos a entender de onde viemos, o…

Lançamento!

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https://www.clubedeautores.com.br/livro/de-gameleira-a-colonia-2#.XFWrdlVKjIU



Sinopse
Foi no árido cenário do Distrito de Mariana, “um grão de areia” na vastidão do sertão pernambucano onde foi acesa a centelha dessa história... – Corre que o menino tá nascendo – Gritou dona Estelita em meio à balbúrdia que antecede ao parto. As “lamparinas do sertão”, como eram conhecidas as parteiras da época. Ali, naquele dia 16 de julho de 1922 nascia Apolinário Domingos Neto, um “cafuzo”, descendente de índio com negro, Filho de Manoel Domingos da Silva, e de Dona Maria Paulina de Jesus, Apolinário significa “consagrado a Apolo” e Domingos “o que pertence ao senhor”, o Neto herdou da descendência do avô. Ainda muito pequenino Apolinário fora abandonado pela mãe, e passou a ser criado à base de leite de cabra, pela avó materna. Mal sabia Dona Maria Paulina que aquele garotoestava predestinado pelo condão, a ser o grande e carismático líder dos gameleiros, e braço direito do “misterioso” Curador Pedro …

DELÍRIOS DO CORAÇÃO

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Após velejava nos ventos de tempestade Cansado, sentei no barco solidão De onde vi o amor navegar no mar da vida Enquanto eu ali, desnudo e sem guarida Pisava de pés descalços nas águas da aflição
Eis que do nada, quão bela feito fada Surgiu você, esplendida quanto uma noite de plenilúnio A flutuar nas estrelas numa cascata de luz
O homem que habita em mim Logo se apaixonou de forma trôpega Pela sôfrega mulher que existe em você
Diga-me oh mulher do coração dourado Acaso quando choras teus olhos Não vertem água de coco? Doce e com sabor de pecado?
Ao teu lado ouço a sinfonia dos arcanjos Com os acordes do coração tocando banjo Convidando-nos para uma valsa dançar
Venha!... Venha leve feito pluma E suave feito aragem do amanhecer Se vista com o véu prateado da lua E aqueça-me o corpo junto a você
Ame-me com a fugacidade dos felinos Deixe a paixão seguir o curso do destino Por fim, beije-me com as flores do coração, E tire-me o fôlego em um beijo único... Mas de amor eterno.



Marcos Antônio Lima

A POESIA E O EU: ENTRELAÇADOS.

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MEDO
Ah, que medo     Da vida,         Amores,               Humores,                          Viver.
Medo
Ah, que medo! Medo do medo, Medo da distância, Medo da saudade, Medo de sofrer.
Ah, que medo...            Do meu ser,                         Do mundo,                               De TUDO.
Medo esse que me invade a Alma e o meu próprio ser Medo do medo E principalmente Me de te perder!
Rafael de Souza


SAUDADE
Saudade de seu corpo Saudade do seu beijo Saudade do seu cheiro Saudade do seu jeito Saudade de VOCÊ
Oh distância maldita Que atrapalha a união De dois seres            Duas almas                     Dois amores                             Dois corações                                     Dois apaixonados
Distância essa que me impede De te ver,          Te sentir,